domingo, 5 de junho de 2011

Nossos filhos precisam do "kit gay" ?

Tanta coisa importante para o poder público investir, resolve aplicar dinheiro em “kits gay” para serem distribuídos nas escolas públicas.
A presidente deveria se preocupar com a merenda escolar, com os salários defasados dos professores, com a saúde pública e outras coisas que eu passaria a noite enumerando.

Claro que a homofobia é preocupante, digo a homofobia mesmo, por que qualquer reação aos homossexuais é considerada atitude homofóbica. Quando falo de homofobia, me refiro à violência verbal e física, não ao simples fato de estar em um restaurante com minha família e um casal gay demonstrar atos de carícias em público e nos retirarmos, por sentirmos constrangimento por minha filha estar presente.


Assisti hoje no programa do SBT “De frente com Gabi”, uma entrevista do deputado federal recém – eleito, Jean Wyllys, do PSOL, defendendo ferrenhamente os “kits gay”. Compreendo que ele como militante homossexual assumido, defenda os interesses da causa gay, mas penso que ele deveria se preocupar mais com assuntos emergenciais, como a fome.

Na minha “relis” opinião, deveria haver acompanhamento psicológico nas escolas para orientar crianças que praticam e sofrem qualquer tipo de violência, seja ela por causa de sua sexualidade ou não. E antes disso, a aplicação da disciplina de religião, que há muito tempo não é levada a sério. Afinal, um pouco de ensinamento religioso não faz mal a ninguém e sim contribui para pregar o amor ao próximo.
Além disso, um fator preocupante para a sociedade é em relação à qualidade do ensino que nossos filhos estão recebendo nas escolas públicas.
O Brasil está na 88º posição num ranking referente à educação, feito pela UNESCO, de 127 posições. Sem contar que ainda existem aproximadamente 14 milhões de brasileiros analfabetos. 

Vale ressaltar ainda as freqüentes notícias nacionais escandalosas  sobre os livros com erros grotescos de ortografia e matemática que o MEC tem distribuído nas escolas.
Aonde nós vamos parar? Tanta coisa pra se preocupar, tanto para se investir!
E o dinheiro investido nos tais “kits gay” de conteúdo duvidoso, que o Ministério da Educação mandou produzir e que foi cancelada a distribuição? Isso graças à intervenção da bancada evangélica e católica, que precisou ameaçar de cobrar explicações do Ministro da Casa Civil Antônio Palocci sobre o seu grandioso patrimônio (pauta para outro post).
Isso o Ministério Público tem que cobrar, afinal é o dinheiro público que estava pagando.

É hilário!
Curiosamente durante as campanhas eleitorais, uma das bandeiras principais de qualquer candidato é justamente a educação, num país em que ainda existem cerca de 600 mil crianças sem acesso à dita cuja.

Mas estamos evoluindo. Até o final do ano teremos os “kits gay”, não é?

Um comentário:

  1. Parabéns amiga... Gostei muito do blog!
    E também acredito que meu filho não precisa de nenhum "kit gay" como material didático, isso é o que há de mais vergonhoso na educação infantil. Bem, como vc mesma disse: "Poderia passar o dia todo escrevendo sobre o assunto", mas não disponibilizo de tempo, sobretudo, deixo explicita minha revolta e indignação com essa palhaçada da Educação.

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