Permanente tristeza no olhar
Justificam o retumbante silêncio no ar
De alguém que em meio às suas desventuras
Não sabe se deve partir, nem que direção seguir
Só sabe que sofre e que não quer mais existir
Mas os ventos sopram
Formam redemoinhos e abrem caminhos
O sol nasce, clareia o dia
Seca toda lágrima e faz enxergar o que não se via
Agora o alguém deve ir
Pois se ficar não vai chegar
Então vá e não olhe para trás
E à vida nunca mais deixe de amar.



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